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Uma secretária do Rio Grande do Sul ganhou indenização de R$ 35 mil por danos morais por ter sido confundida com uma prostituta e, por isso, ter sido impedida de se inscrever em um concurso público. Como a secretária pretendia prestar concurso, contratou uma advogada que descobriu que, nos editais de citação e de publicação da sentença, a qualificação da ré era a de "meretriz". A profissão de prostituta mal foi considerada legítima e já estão abrindo concurso público. |
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Funcionário é obrigado a ficar nu e ganha R$ 10 mil A distribuidora Farmacêutica Panarello Ltda., de São Paulo, foi condenada a pagar indenização por danos morais a um funcionário que foi obrigado a passar por revista íntima, na qual tinha de ficar completamente nu. Segundo os autos, o trabalhador era submetido a duas revistas diárias na Panarello. Em 8 de março de 2003, contudo, o empregado teve de retirar sua cueca e ficar peladão durante a revista íntima, o mesmo acontecendo com outros empregados. Contrariado, o ajudante geral registrou queixa na delegacia policial e, logo foi demitido pela empresa. Mas nem tudo está perdido, ele pode muito bem participar do concurso público para gigolô. |
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Por esse motivo eu nunca serei demitido.
Acredite se quizer. Um professor britânico foi demitido por ser bonito demais (¬¬) Norman afirmou que não fez nada para distrair as estudantes - ele alegou aos diretores da escola que "nunca nem tirou a camiseta" (e porque diabos ele faria isso no colégio?). Apesar disso, ele levou um kick in the ass. |






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