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segunda-feira, setembro 18, 2006

Histórias de indenização curiosas


Confundida como prostituta

Uma secretária do Rio Grande do Sul ganhou indenização de R$ 35 mil por danos morais por ter sido confundida com uma prostituta e, por isso, ter sido impedida de se inscrever em um concurso público. Como a secretária pretendia prestar concurso, contratou uma advogada que descobriu que, nos editais de citação e de publicação da sentença, a qualificação da ré era a de "meretriz".

A profissão de prostituta mal foi considerada legítima e já estão abrindo concurso público.

Funcionário é obrigado a ficar nu e ganha R$ 10 mil

A distribuidora Farmacêutica Panarello Ltda., de São Paulo, foi condenada a pagar indenização por danos morais a um funcionário que foi obrigado a passar por revista íntima, na qual tinha de ficar completamente nu. Segundo os autos, o trabalhador era submetido a duas revistas diárias na Panarello. Em 8 de março de 2003, contudo, o empregado teve de retirar sua cueca e ficar peladão durante a revista íntima, o mesmo acontecendo com outros empregados. Contrariado, o ajudante geral registrou queixa na delegacia policial e, logo foi demitido pela empresa.

Mas nem tudo está perdido, ele pode muito bem participar do concurso público para gigolô.

Por esse motivo eu nunca serei demitido.

Acredite se quizer. Um professor britânico foi demitido por ser bonito demais (¬¬)
Joe Norman, 18 anos, foi contratado para trabalhar durante o verão na Holy Cross School, um colégio só de meninas (o emprego que sempre pedi a Deus). Ele começou a receber freqüentes assovios por parte das meninas (taradas).

Norman afirmou que não fez nada para distrair as estudantes - ele alegou aos diretores da escola que "nunca nem tirou a camiseta" (e porque diabos ele faria isso no colégio?). Apesar disso, ele levou um kick in the ass.

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